Claudionor vira nome de banda

“Os homens casam com as santas, mas eles gostam mesmo é de uma cachaceira”.

Cachaça Claudionor vira nome de banda

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“Sai o pinguço, entram as gatinhas.

O melhor termômetro da popularidade da cachaça é a aceitação das mulheres. Nos bares da Vila Madalena ou da Lapa carioca, é comum grupos de gatinhas tomando pinga. Caso da mesa que se reuniu para um bate-papo regado a cana com a VIP no boteco Filial, em São Paulo.

Eu admito, gosto de uma cachaça“, disse a fotógrafa Nairy Silvério. Nem precisava, já que ela é baterista de uma banda que se chama Claudionor – em homenagem à cachaça mineira que, até uma lei proibir, tinha mais de 50% de álcool. Ela trouxe uma amiga, Bruna Suava, que não costuma beber cachaça pura, mas, diante da carta com mais de 50 rótulos artesanais, quis provar algumasE gostou. Ah, isso aqui é outra coisa. Dá para saborear mesmo.Na mesma mesa, Jucileide Dias esbanjava conhecimento de caninha: Gosto mais das amarelinhas de bálsamo“. A amiga Rita Squillaci era mais roots – iniciou-se no universo das caninhas tomando aguardente barata com mel. Depois da segunda dose, elas já estavam mais soltinhas. Foi quando Amanda Rahra soltou a frase da noite:

Os homens casam com as santas, mas eles gostam mesmo é de uma cachaceira.”

 (FONTE: Revista Vip – Abril 2009)